Declínio de minha Alma

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Em declínio estou,
A deriva nesse mar de Sangue
O qual penetra minha alma me fazendo mal,
Acabando com o que denomino "meu mundo".

De uma forma doce uma pequena Chuva
Se tornou esse Diluvio
E agora me vejo a ponto de sucumbir, afogar.

Acreditei que nada mais me abalaria,
E de repente me deparo com isso,
Vejo meus sonhos, minhas alegrias,
Meus desejos, minha felicidade,
Minha motivação de viver,
Simplesmente sumir, acabar, definhar,
Tudo de forma inesperada.

O medo tem sido meu fardo,
E meu fardo tem sido minha decadência.
Simples assim, tudo se distorce e se corrompe,
De forma tão rápida, e me mostra que
A vida pode acabar a qualquer momento, 
De forma boba e inesperada.

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