Enquanto tu regozija-se em seu pranto cá estou,
Ao relento da dor,
Em meio ao Abismo da Culpa, sendo indigno de qualquer sentimento bom que possas me dar.
Enquanto tento desesperadamente sair desse mausóleo, o qual me mantem prisioneiro de meus Atos passados, e faz com que a dor e a culpa me corroam por dentro.
Acabando comigo a todo instante, a todo momento, cada segundo, cada hora, vagarosamente de forma maligna e cruel.
E em meio a tudo isso que estas a me ocorrer ainda há Esperança de que tu, ó Vida, possa um dia me perdoar, e assim fazer com que eu seja liberto dessa maldita agonia e sofrimento o qual convive a todo momento comigo, nem que esse dia nunca chegue, apenas manterei essa chama de esperança acesa.
Assim estou,
Autor: Lucas Tenório

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